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Estudante de Direito
Keyla Carvalho
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Keyla Carvalho
Comentário ·
há 6 anos
Manifestação para o juiz realizar audiência de conciliação/oitiva no domicilio da interditanda.
Renato Rafael Griczynski
·
há 7 anos
Obrigada por compartilhar. Me ajudou muito.
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Keyla Carvalho
Comentário ·
há 6 anos
Os 10 principais aspectos do contrato de representação comercial
Rafael de Sá Loreto
·
há 8 anos
Obrigada, Dr., Seu artigo foi bem esclarecedor.
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Keyla Carvalho
Comentário ·
há 10 anos
Padre é condenado a pagar danos morais por impedir aborto legal
Consultor Jurídico
·
há 10 anos
Bom dia!
Deve ser pelo fato de o padre querer usar da sua religião/ideologia para interferir na vida de outrem. Acredito que ele deve utilizar suas ideologias para si, mas, a partir do momento em que sua interferência religiosa traz prejuízos à outras pessoas, este deve ser responsabilizado sim, porém, nesses casos bizarros em que o juiz, sem analisar o caso concreto, decide em favor, este deve ser responsabilizado mais gravemente, pois é a este que cabe a decisão final.
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Michael Lira
Comentário ·
há 9 anos
Afinal de contas: nossos concursos medem a aptidão para o cargo?
Wagner Francesco ⚖
·
há 9 anos
Nosso modelo de seleção pública é medieval e ineficiente. Ao invés de medir conhecimento, competência, capacidade de trabalho em equipe, proatividade, etc, cujos indicadores só é possível nos modelos de seleção para a iniciativa privada, não passa de peneira para derrubar candidatos por conta da baixa oferta de vagas, salvo para formação de reserva de vagas que nunca são preenchidas.
Recentemente um exame desses, o ENEM, que antes era também usado pelo MEC para fornecer certificado de Ensino Médio, perdeu uma batalha, mas, a população saiu ganhando. O ENEM não estava cumprindo seu papel social de integrar ao meio acadêmico o pessoal acima de 18 anos, que não havia concluído seu ensino médio, por conta das dificuldades impostas pelas suas questões mirabolantes e cheias de "pegadinha". Quem quisesse obter o certificado teria que ter dinheiro para pagar um bom curso preparatório e ainda assim correr o risco de não ser aprovado. (Hoje a população que precisa obter o certificado de ensino médio conta com o ENCCEJA.
Além do modelo arcaico de seleção pública, é frustrante ao candidato aprovado e contratado pelo Órgão Público, saber que sua vida profissional anterior ao ingresso na carreira pública nada vai valer para sua carreira como funcionário público. Não ajudará em promoção e, pior, nem para ajuda ao gestor público identificar qual setor aquele "novato" será muito melhor aproveitado pela administração.
Justificativa: os veteranos não querem ser ofuscados pelos "novatos" que estão chegando com uma experiência do setor privado, invejosa e capaz de "roubar-lhe" o cargo pela sua superioridade de competência (e não estou me referindo a títulos) acumulada e habilidades adquiridas em um ambiente altamente competitivo (o que não ocorre com o setor público cujo crescimento profissional é mais político do que por competência ou merecimento).
Eu tenho um filho que completou 19 anos. Nunca o encorajei e não o encorajo a ser "concurseiro". Aconselho que ele seja um empreendedor de sucesso; um empresário que gere empregos; que possa construir sua carreira por seus méritos sem depender de arranjos políticos vergonhosos para subir de vida ou pior, bajulação, que é a escada para muito incompetente que ocupam grandes cargos em empresas públicas. Ele quer ser advogado, quer montar uma empresa de assessoria jurídica. Assim consigo ver uma real oportunidade de carreira.
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Giuliano Andreolli Oshiro
Comentário ·
há 9 anos
Afinal de contas: nossos concursos medem a aptidão para o cargo?
Wagner Francesco ⚖
·
há 9 anos
Ótima reflexão! Compartilho um artigo postado aqui nessa mesma linha:
https://evinistalon.jusbrasil.com.br/artigos/433360389/o-direito-os-concursosea-lanchonete-que-fechou
Na prática: admite-se profissionais em concursos e provas, não necessariamente os capacitados para o cargo, dentre outras competências necessárias.
Resultado: máquina ineficiente com resultados aquém do que necessita a população. Qualidade e satisfação dos "clientes", nem preciso comentar...
Engraçada a visão curta de alguns em imaginar que a preparação e capacitação, se resume a 5 horas ou mais sentado, fazendo uma prova.
Não sou contra concursos e provas, muito pelo contrário, mas esse modelinho atual interessa mais a "menos" do que deveriam servir os resultados a "mais".
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Eli Costa
Comentário ·
há 9 anos
Afinal de contas: nossos concursos medem a aptidão para o cargo?
Wagner Francesco ⚖
·
há 9 anos
Eu penso que prova, seja em que modalidade for não prova muita coisa, a não ser o psicológico mesmo. O fato de uma pessoa não ser aprovado não quer dizer que ele não saiba. Aí conta o estado emocional, falta de atenção, a própria elaboração da prova com suas armadilhas, enfim. Talvez uma prova prática, em uma situação real, fosse mais eficiente. Há excelentes profissionais que são derrubados em provas.
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